terça-feira, 26 de maio de 2015

Minha casa de um própria: como conquistei esse sonho #GuestPost

Cresci ouvindo meus pais falarem da importância de ter casa própria, que dinheiro gasto com aluguel é dinheiro jogado fora (e é mesmo!), que você pode até não ter carro ou moto, vc anda a pé, de bicicleta, de carona, de busão... é sofrido, mas vai. O que não dá é morar debaixo da ponte. (E pra quem veio de SP, isso é uma lembrança muito próxima, forte e assustadora).

Ao mesmo tempo que sabia da importância, sabia também o quão difícil era comprar uma casa. Valores altos, zero reserva de poupança, mil condições para financiamento... me parecia uma conquista muito distante, coisa pra quando eu tivesse mais de 30 anos, mais estabilidade, mais grana e, claro, mais maturidade para ter uma casa, cuidar dela e morar sozinha.

Como nossa vida dá muitas voltas, tudo que eu considerava obstáculo foi se resolvendo meio que ao mesmo tempo. No meu primeiro post aqui no blog dividi com vocês a minha experiência morando em um pensionato. Foi ali que tudo começou a se encaminhar. 

Além da questão da maturidade que já comentei, morar no pensionato foi uma escolha estratégica que me ajudou a economizar muito. Eu pagava uma mensalidade de cerca de R$ 400,00 e só. Não tinha conta de água, de energia, IPTU, nada mais que me tirasse o sono. A empresa onde eu trabalhava pagava vale refeição/alimentação, com o qual eu almoçava e fazia uma compra bem baratinha de coisas para deixar lá na geladeira do pensionato pra fazer lanche a noite. (O que acontecia bem raramente, já que trabalhava praticamente toda noite).

Deu até pra por a leitura em dia.
Claro que só isso não foi suficiente. Nesse 1 ano e meio que morei lá, abri mão e me privei de muita coisa: não tinha TV (nem o aparelho de TV nem a TV a cabo), não tinha internet, não comprei nada pra mim - roupa, sapato, maquiagem - por praticamente o período todo que morei lá, e deixei de ir a muitos lugares pensando na economia de combustível. Além disso, zerei a fatura do cartão de crédito (acho que nunca mais isso vai acontecer kkkkk)

Parece exagero? Não sei, tudo depende de qual é seu objetivo. Essa é uma lição que vou levar pra vida toda: para conquistar o que vc quer, vc tem que fazer algum esforço. O meu esforço foi esse. E querem saber? Sobrevivi e muito bem. Foi aí que percebi como a gente não desfruta do que já tem e está sempre querendo comprar mais e mais e mais, foi aí que passei a valorizar mais conversas na varanda do quarto, que consegui ler cerca de 20 livros, que afinei meus ouvidos para o canto dos pássaros na minha janela, que me entendi comigo mesma, que transformei minha inquietude em paz e silêncio... 

Deixando a sessão autoajuda um pouco de lado rsrs fato é que estabeleci metas e todo mês separava uma grana boa (cerca de R$700,00) e guardava na poupança. Acho que o sangue turco me ajudou a ser bem mão de vaca nesse período e não mexia nesse dinheiro por nada!

Guardava cada dinheirinho que podia! Era por uma boa causa.
A vida é feita de ciclos e reconhecer quando um deles chega ao fim é o primeiro passo pra evitar sofrimentos desnecessários. Desde o princípio eu sabia que o pensionato era uma solução temporária e quando senti que meu ciclo no pensionato estava chegando ao fim, comecei a procurar casa.

Tive a super ajuda de um amigo corretor de imóveis (valeu Wagner!). Pra diminuir as chances de erros (e frustrações), ele me orientou a definir um valor aproximado que estivesse disposta a pagar no imóvel (R$ 120 mil), pensar como eu queria que fosse a casa (dois quartos ou três quartos, mas que tivesse terreno no fundo) e na localização (pra mim poderia ser qualquer bairro, exceto esses que a gente ouve falar que são muito perigosos.


Com isso definido, começamos as buscas. Nessa hora, meu amigo, recarregue seu estoque de paciência. Você vai precisar. Na foto, a casa é uma coisa, na realidade é outra, vendedor fala uma coisa, na realidade é outra e assim vai... foram quase 3 meses saindo todo sábado de manhã pra visitar nem sei mais quantas casas no total...  só sei que um dia, ao entrar em uma casa ainda em construção, meu coração batucou. Dois quartos, um banheiro, sala, cozinha, garagem pra um carro, área de serviço e um terreno bom no fundo. Valor: R$ 120 mil. Ah, mas é no Aero Rancho, ah, mas é longe, ah, mas não tem asfalto... muita gente deu palpite, mas quando o coração batuca e vc já se imagina morando na casa, não tem mais jeito. 

Dois dias antes do meu aniversário, em 2013, dei o sinal de R$ 2 mil pra segurar a casa, assinei a papelada e aguardei a casa ficar pronta. Nesse meio tempo, perdi o emprego, fiquei desesperada, achava que ía perder o financiamento que ainda não tinha sido aprovado, vi meu sonho indo por água abaixo. Mas, no fim das contas, tudo se resolveu e o dinheiro da rescisão me ajudou a mobiliar a casa, comprar as coisas básicas: cama, guarda-roupa, geladeira e fogão. No dia 15 de dezembro de 2013, assinei contrato com Banco do Brasil, dei uma entrada de 15 mil, consegui subsídio de mais 15 mil e financiei o restante - até 2043. Em março de 2014 me mudei pra minha casa. 

Pensa na alegria! 
Comprei a minha casa própria, meu primeiro imóvel, aos 25 anos, muito antes do que eu imaginava. Não foi fácil, mas como diz um amigo meu, se fosse fácil não chamava vida, chamava periguete hahahaha Comprar a minha casa foi mais que comprar um lugar pra morar, paredes, chão e teto. A minha casa é um lugar sagrado pra mim, um templo, meu refúgio, a edificação que me fez provar pra mim mesma que a gente pode se desafiar, se superar e conquistar muito mais do que a gente imagina!"

Um pouco do meu cantinho.

A primeira conquista a gente nunca esquece!

Tudo do jeitinho que eu queria.

A alegria em forma de faixa.

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Bianca Bianchi, 27 anos, jornalista. Adora sair pra balada e dançar, mas também valoriza o silêncio de uma tarde deitada na rede lendo um livro ou assistindo filme. Torcedora do Corinthians, entende mais de futebol que muito homem, dirige igual a um, mas no fundo, é uma mulherzinha. Odeia mamão.

Seu instagram é @bianca_bianchi


domingo, 24 de maio de 2015

Um passeio pela Casa de Um: detalhes que amamos!

Minha amiga e parceira aqui no blog, Lyra Libero,  fez um post citando os 6 detalhes que ela mais curte da casa dela e me inspirando nela, fiz alguns cliques de coisas que realmente eu gosto aqui do meu cantinho.

Quem acompanha o blog sabe que há um tempinho minha casa não é mais de um. Como diz minha "bio", agora divido o espaço com um noivo, 2 cachorros e 1 tartaruga. Uma turma suficiente pra não deixar ninguém se sentir sozinho.

Na arrumação da casa tem muita coisa minha, mas várias delas também são do Daniel e outras até tiveram que ser adaptadas por conta dos bichos. Mas tudo é muito bem humorado e fazemos questão de termos alguns itens diferentes e que reflitam um pouco do que somos. Dá uma olhadinha aí.


Eu já disse por aqui que pufes ajudam muito em casa! São práticos e podem ser usados de várias maneiras. Os nossos usamos como mesinhas para organizar livros e quando recebemos visitas, eles ajudam a acomodar todo mundo sentado. No total acho que temos uns 5 e pagamos em torno de 40 a 50 reais em cada um! São opções super versáteis e baratas!



Tá vendo essa cestinha amarela? Ela deve ter mais de 10 anos e era branquinha. Para deixá-la com outra cara, pintei de amarelo nada discreto. Tenho mais outras pela casa também pintadas. Dão uma graça a mais para a casa.


Rola uma vibe meio acumuladores aqui em casa quando se trata de garrafinhas diferentes de cerveja, rs... Algumas são tão bonitinhas que acabam virando parte da decoração. Dá até pra colocar umas florzinhas para compor.


Quando eu fiquei noiva, adivinha o que eu ganhei de presente da minha irmã mais velha? Sim, uma porquinha-cofre vestida de noiva para que a gente pudesse juntar uma grana pra casar conforme manda o figurino. Fica a dica pros amigos que nos visitarem! Kkkkkkk


Será que essa caixinha de biscoitos é antiga? Ela teve que vir parar aqui na minha estante que SIM tem de tudo um pouco. Se você tiver uma relíquia dessas nunca se desfaça!


Aqui é casa de beatlemaníaco! E tem coisa melhor que todo dia olhar pra porta antes de sair de casa e lembrar de um dos melhores momentos da nossa vida? A placa de cima, em tempo, é feita de PVC e foi afixada à porta com fitas dupla-face! Deu super certo.


Essas foram minhas primeiras "produções" para quando me mudei para o lugar onde eu moro. São cenas de 5 filmes que AMO com fotos que encontrei na Internet. Ou seja, até aí, custo zero. Os porta-retratos eu comprei em uma daquelas lojas que têm de tudo um pouco no centro da cidade e paguei 5,99 em cada um! Para colocar na parede, mais uma vez, usei fitas dupla-face da 3M. Eu ensinei em um post como usá-las de um jeito eficiente.

E na sua casa? Quais ideias você usou para deixá-la com um pouco mais de cara de lar? Conta pra gente! Se você preferir, pode até mandar suas fotos por email. Ficarei feliz em postá-las por aqui!

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Evelise Couto, 30 anos, jornalista e moradora da @casadeum
Depois de amargar um tempo morando sozinha, agora divide a casa com um noivo, dois cachorros e uma tartaruga. 

Seu instagram é @evelise_.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Abaixo à panela de pressão: faça feijão no microondas!

Nesse último fim de semana eu cumpri mais uma tarefa nessa minha vidinha de descobertas: finalmente cozinhei feijão.

Cara, e eu adoro feijão! E passei tantos anos sem fazer por causa do meu medo - pânico - de usar a panela de pressão. Até que um belo dia, minha amiga Lyra me disse: "Fia, é possível fazer feijão no micro-ondas!" e lá fui eu caçar nas internets como eu faria essa proeza. E, adivinha, é fácil, amiguinhos! É muito fácil!!!!

Vamos ao passo a passo:


1. pegue 2 xícaras de feijão e deixe de molho na água de um dia para o outro. Você vai perceber que os feijõezinhos vão ficar inchadinhos e mais macios, o que ajuda muito na hora do cozimento;

2. em um refratário que possa ir ao microondas, ponha as 2 xícaras de feijão com 4 xícaras de água. Perceba que a quantidade de água é sempre o dobro do feijão. Isso vai te ajudar quando precisar fazer uma quantidade maior ou menor. Quanto ao refratário, existem alguns próprios para cozimento em micro-ondas, mas eu utilizei um refratário de vidro e passei filme de PVC para tampar. Se você também escolher fazer assim, faça alguns furinhos no plástico usando um palito de dente, assim o vapor durante o cozimento pode ir saindo;

3. Para temperar você pode usar aqueles temperinhos prontos, no estilo Meu Feijão. Você pode misturar o temperinho direto na água com o feijão. Eu, além disso, coloquei um tiquinho, mas um tiquinho mesmo de tempero pronto Arisco e acho que fez toda a diferença;

4. Agora, ao cozimento. O tempo total no micro-ondas dura entre 30 e 45 minutos, dependendo da potência do seu aparelho. A cada 10 ou 15 minutos, retire o feijão do micro, misture e amasse um pouquinho do feijão com uma colher, isso ajuda a fazer aquele caldinho gostoso e o deixa um pouco mais consistente;

5. Ao final do tempo de cozimento, não tem outro jeito, experimente para ver se está do jeito que você quer. Algumas pessoas gostam dos grãos mais durinhos, outras preferem um pouco mais molinhos. E PRONTOOOOO!!! Se sobrar, não esqueça que você pode colocar no freezer em potinhos e descongelar sempre que precisar.

O meu ficou assim, um pouco sem caldo, porque em uma das retiradas
eu achei que estava muito aguado e tirei um pouco da água. Se
quiserem com mais caldo, não façam isso... rs...


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Evelise Couto, 30 anos, jornalista e moradora da @casadeum
Depois de amargar um tempo morando sozinha, agora divide a casa com um noivo, dois cachorros e uma tartaruga. 

Seu instagram é @evelise_.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

É possível morar sozinho e ser saudável. Mas dá trabalho. #GuestPost

Você é daqueles que chega em casa, joga a calça pra cima e coloca a lasanha congelada pra aquecer no microondas só pra não ter trabalho? Se sim, leia esse post mesmo assim. Isso aqui é o resultado de duas semanas de um experimento pessoal de uma moradora de casa de um: comer melhor. 



Pois bem, eu era essa pessoa sedentária que chegava e comia basicamente macarrão. A minha geladeira era daquele jeito: cerveja, vodka, água, mini-chicken e lasanha congelada, um molho de tomate pronto ali pra próxima massa. E não é porque eu odeio comida natureba não, na verdade eu adoro. Era preguiça. Sabe o resultado? Gastrite, refluxo, enxaqueca e... sobrepeso. 


Não tem problema nenhum você estar acima do peso ou ser gordo, sério mesmo. Quem tem problema com isso geralmente são as outras pessoas. Eu estava tranquila com meu corpo e não me importo de emagrecer horrores. Mas a gastrite... a gastrite tava complicada. Eu almoçava no trabalho, uma comida meio gordurosa e sem muita opção. Foi aí que decidi mudar meus hábitos alimentares. 

A princípio pensei: como vou fazer isso morando sozinha e com dois empregos? Eu saio de casa 7h30 da matina e só volto beirando as 20 horas todo dia, ou seja, fazer mercado que horas? Mas decidi encarar mesmo assim. Faz duas semanas que estou comendo melhor, com planejamento. Então decidi escrever esse post pra provar que sim: quem mora sozinho pode ser saudável. Mas dá trabalho. E a preguiça precisa ser deixada de lado (mas saiba que ter preguiça de vez em quando pode sim!). 



Seguem minhas dicas pinceladas dessas duas semanas:

1. Eleja o dia do supermercado
Tenha um dia da semana para ir tranquilamente ao supermercado, sem pressa, sem mau humor. Mas atenção: faça uma lista de compras com TUDO que você precisa para comer direito durante, pelo menos, 1 semana. Frutas, legumes e verduras duram menos, compre na quantidade exata para não estragarem. Grãos e não-perecíveis duram mais, isso quer dizer que a próxima ida ao mercado será mais simples. 


2. Planeje cardápios
Se você vai precisar levar a comida para o trabalho (como o meu caso), planeje o cardápio certinho, e prepare a comida conforme você decidir (ou para a semana ou no dia anterior). Como eu não quero enjoar, eu faço dois acompanhamentos (arroz e feijão, por exemplo), e vou variando no restante (frango de um jeito no dia, carne no outro). Faça a marmita, deixe na geladeira, lave as folhas e deixe a salada no jeito. De manhã é só pegar na geladeira, e refrigerar quando chegar no trabalho. 

3. Planeje os lanchinhos
Quem fica fora de casa o dia todo passa fome e acaba apelando para as inúmeras porcarias na rua. Leve 4 porções exatas de comida para o dia sem contar as refeições normais: dois lanchinhos para a manhã e dois lanchinhos para a tarde. Eu levo castanhas ou nozes, iogurte, uma fruta e algum biscoitinho integral que eu gosto. Isso vai te dar energia e te livrar das frituras. 

4. Tenha um dia de preguiça e almoce no seu restaurante favorito. 
Separe esse dia preguiçoso pra você. Não cozinhe de véspera e vá almoçar no seu restaurante favorito ou em algum lugar bacana com uma comida saudável. Em Campo Grande eu indico o Viva a Vida. Almoço lá por um preço ok e tem arroz integral, caldos, opção vegetariana, muita salada e fruta e sempre uma carninha magra. Adoro! (merchand gratuito). 

5. Deixe tudo pronto na noite anterior. 
Aqui é o xô preguiça de vez. Durma 15 minutos a mais de manhã ou tenha 15 minutos para tomar um café da manhã reforçado, deixando tudo pronto na noite anterior. Assim você acorda com tempo de comer com calma e se arrumar com calma para sair. 




Eu sigo tentando me alimentar melhor! Moro sozinha, dá trabalho, mas a gastrite, pelo menos, não me visitou mais. 

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Lyra Libero, 26 anos, jornalista com dois empregos que divide seu escasso tempo livre entre suas três gatas Luna, Pan e Pagu e na batalha para manter a casa livre de insetos e de energias ruins. Prendada na cozinha porém um desastre nos outros serviços domésticos. Gosta das pessoas sorrindo quando levam o garfo à boca, mas não convida ninguém para jantar e sim para “um rango”. Adora filmes no melhor estilo “food porn”. Munida de sua panela wok presente da avó, é imbatível nos risotos, massas e outras receitas.  
Seu Instagram é @lyralibero e você pode acessar seu blog aqui.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Esfriou! Que tal uma sopinha com sobras de comida?

A temperatura caiu! Eeeeeee!!! Eu adoro!!! Sim, amiguinhos, WINTER IS COMING!!!



Uma das coisas que mais sinto falta na vida é quando eu chegava em casa no final de um dia de trabalho e minha mãe tinha feito um caldinho de feijão gostoso para esquentar o corpo. Que saudade da minha véinha! <3

Vez ou outra sinto falta dessa rotina e morro de vontade de tomar um caldinho bem saboroso. Apesar de não morar mais em uma casa de um, eu teria que acabar fazendo o caldo só pra mim, já que meu noivo não é um grande entusiasta do prato. Acabo comprando aqueles caldinhos prontos do tipo Vono que, eu sei que são cheios de conservantes, mas matam um pouco a vontade e aquecem o corpo.



Mas sempre dá pra você improvisar na cozinha e fazer umas receitinhas bem práticas. Melhor ainda se você puder usar comidas que sobraram de algum almoço ou jantar. Por essas e por outras, é uma boa ter no congelador potinhos com feijão, pedaços de carne ou frango.

Confiram aí duas receitas fáceis que utilizam alguns desses ingredientes:

Caldo de Feijão com Bacon

Ingredientes:
2 xícaras (chá) de feijão cozido
2 xícaras (chá) de água
1 cebola média
1 xícara (chá) de bacon picado
Pimenta do reino

Para fazer bata no liquidificador o feijão cozido, a água e a cebola até ficar tudo homogêneo. Reserve. Em uma panela, refogue o bacon e o alho e, quando estiver tudo bem quente, despeje o caldo que você havia batido. Deixe cozinhar por cerca de 10 minutos em fogo médio, sempre mexendo. Tempere com pimenta e sal a gosto. Prontinho!

Sopa de frango e legumes

Ingredientes:
sobras de frango assado sem os ossos
1 xícara de macarrão de conchinha (se não tiver, pode ser qualquer outro tipo, desde que quebrado em pedacinhos bem pequenos)
1 cebola picadinha
1 dente de alho
1 colher de margarina
1 caldo de galinha
1 batata
1/2 cenoura
Pitadas de orégano ou outro tempero que você preferir

Desfie o frango e coloque em uma panela para refogar com a margarina. Adicione a cebola, o alho e os temperinhos e deixe refogando. Adicione o caldo de galinha e em seguida coloque quanto baste de água e tampe a panela. Deixe ferver. Coloque a batata e a cenoura cortadas em cubos e espere cozinhar. Coloque o macarrão e espere cozinhar, mexendo de vez em quando. Quando tudo estiver cozidinho, pode servir!

Ah, tanto um quanto o outro caldinho podem ser acompanhados por torradas feitas de sobras de pão. Corte o pão em fatias e deixe de 10 a 15 minutinhos no forno. Se preferir, pode até colocar um tiquinho de azeite ou orégano por cima delas antes de assá-las.

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Evelise Couto, 30 anos, jornalista e moradora da @casadeum
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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Marmiteiro, sim: preparar marmitas facilita a vida e pode ser mais saudável

Quando comecei a morar sozinha, vez ou outra acabava recorrendo à marmita. Era prático, o restaurante estava no meu caminho para casa e todo dia era um cardápio diferente. Eu nem precisava me preocupar com o que cozinhar.

Mas, eu não sei o que acontece... comer de marmita enjoaaa! A gente passa a vida toda comendo a comida que a mãe faz e não enjoa nunca, mas marmita, chega um tempo que... eca!
Aí você olha pro cardápio e... não...

Sem contar que, em marmitarias regulares, você não faz ideia do que vai naquela comida... e sempre é tanto óleo e tanto sal. Eu primeiro comecei a notar diferenças na minha pele, depois nas calças apertando na cintura. Ou seja, não dá, né, amigues?
Existem, no entanto, algumas opções de restaurantes que fazem marmitas saudáveis, muitas até seguindo uma orientação nutricional específica. O preço, infelizmente, não ajuda muito.

Então, que tal você mesmo fazer as suas marmitinhas? Eu conheço um monte de gente que entrou nesse esquema. E mais, rola você preparar já suas marmitas da semana! Achei no Morando Sem Grana algumas dicas e estou pensando seriamente em começar a fazer também!  E olha que eu nem preciso almoçar no trabalho.  


Cozinhar sim! Deixa de preguiça!

Ah, e como não dá pra ficar levando a marmita no pote de sorvete, encontrei algumas opções muito legais para você não fazer feio e carregar a comida quentinha e organizada.



Bolsinha versátil para o dia-a-dia. Uma forma fashion de levar o lanchinho para o trabalho. Em neoprene, material térmico e resistente à água. Leve e fácil de carregar. Encontra aqui.


Coloridinha e com espaço até pra você carregar os talheres dentro. Você encontra aqui.



Com divisórias, colherzinha e até um potinho separado. Compra aqui.



Essa eu tô desejando muito! Vem a malinha térmica que cabe dois potinhos e tem outras estampas fofas! É daqui oh.



De corujinha com divisória e tudo! Muito amor! Tem outras opções também. Clica aqui.

Quase todas essas opções encontrei no Aliexpress, mas existem outras também em lojinhas de utensílios pra cozinha, talvez não tão charmosas. Potes de plástico ou de vidro também são uma boa opção, o importante é que eles vedem bem e conservem bem seus alimentos.

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Evelise Couto, 30 anos, jornalista e moradora da @casadeum
Depois de amargar um tempo morando sozinha, agora divide a casa com um noivo, dois cachorros e uma tartaruga. 

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thanks for coming!

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